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Concurso geistólia é Sucesso!


A Associação Geistólia de Blogs já é um referencial no setor.
Nos destacamos pela inovação e modalidade criteriosa com que promovemos a divulgação e credibilidade aos blogs através de um método que reune avaliação técnica e indicação pública.

A blogosfera cresce vertiginosamente no Brasil. Inovação e talento são fatores
 imprescindíveis para se destacar em meio a tamanha pluralidade.

Assim é que apresentamos 33 belíssimas páginas, generosa
s em conteúdo e recheadas de informação, entretenimento 
e interatividades, já nesse
 primeiro Grande Concurso, o verdadeiro "oscar da blogosfera".
Voce que por alguma razão não teve sua página inscrita nessa primeira fase da Associação Geistólia, fique atento, pois eventos desse porte terão continuidade ao longo do ano, contribuindo para que blogueiros de todo o Brasil possam ter um retorno qualitativo da performance de suas páginas e um verdadeiro reconhecimento através do Selo Geistólia de
 Qualidade pelo bom trabalho desempenhado em horas e horas online.Participe do processo de seleção indicando seu blog favorito! Acesse a Grade de Votação Geistólia 

Site que indico


Achei um site muito interessante para blogueiros que precisam de uma assessoria e orientação positiva no sentido de gerar renda. Acesse o Blog Lucrativo e mantenha-o entre seus favoritos, sempre o consultando. Vale a pena!

Igreja de Ribeirão Preto promove casamento gay

Alex Correia, 26, e Pedro Cardoso, 19, foram o primeiro casal gay a se casar em uma igreja na cidade de Ribeirão Preto. Os meninos namoram há dois, agora eles resolveram trocar alianças em cerimônia realizada no último sábado (24/01).

Em entrevista ao jornal local A Cidade, Alex revelou que primeiramente eles realizaram a cerimônia evangélica, para posteriormente irem à cidade de São Paulo para assinar contrato de união homoafetiva. Atualmente, o casal mora na capital.

Apesar da constituição brasileira não reconhecer uniões entre pessoas do mesmo sexo, é possível firmar contrato e estabelecer a partilha de bens em caso de uma separação. Sobre o fato de realizarem duas uniões, o casal justificou que ambos tem amigos em Ribeirão Preto e em São Paulo, e que seria difícil reunir todos em uma cerimônia.

Empolgado com a união, Alex contou ao jornal que a divulgação do casamento empolgou outras pessoas. "Depois que foi divulgado o casamento, um casal amigo de Ribeirão e outro de Sertãozinho também estão dispostos a assinar o contrato". Fazendo a linha politizado, o rapaz diz que os gays de Ribeirão Preto não devem ficar restritos às baladas. "Em um dia, eles estão na parada gay e se dizem orgulhosos de serem gays. Mas apenas isso não basta. Temos direitos e devemos ir à busca deles", aconselha Alex.

Após a união, o casal pretende voltar a morar em Ribeirão Preto e abrir um salão de cabeleireiros.A união religiosa aconteceu na Igreja Para Todos, que é de cunho inclusivo, realiza união entre homossexuais e existe há nove anos. Para Alex e Pedro, a "benção de Deus é importante".

Arredios e geniais - Síndrome de Asperger

Dificuldade na interação social e tendência a comportamento repetitivo caracterizam a síndrome de Asperger. Portadores desse tipo de autismo, porém, têm inteligência e habilidades lógico matemáticas notáveis

por Paola Emilia Cicerone


Por favor, não se cure. Soa pelo menos insólito o pedido dos alunos de um instituto em Nova York. Tão insólito a ponto de ter merecido um artigo no New York Times, jornal que acolheu os protestos de um grupo de adolescentes em que foi diagnosticada a síndrome de Asperger e outras formas do que os textos de psiquiatria definem como “transtornos do espectro autístico”.A definição é recusada pelos jovens americanos portadores de Asperger, para os quais o seu modelo de raciocínio é simplesmente um modo diferente de pensar. “As nossas dificuldades não nascem de nós, mas da sociedade”, afirmam os adolescentes entrevistados pelo jornal nova iorquino. E pedem que as escolas estimulem as suas capacidades intelectuais para ajudá-los a viver como os outros: os chamados normais ou “neurotípicos”, como os define, de forma polêmica, parte da comunidade autística.Não se trata de um protesto isolado: nos países anglo-saxões, nasceram associações como a Autistic Liberation Front, que se propõe defender a dignidade dos cidadãos autistas, e sites que coordenam iniciativas contra as discriminações denunciadas por muitos deles.A mobilização é sobretudo de portadores de Asperger ou “autistas high functioning”, isto é, pessoas em que os traços característicos do autismo não são acompanhados por deficiências mentais, e que, não obstante algumas dificuldades em manejar os códigos comunicativos “normais”, estão em condições de se fazer ouvir e entender. E de estudar com proveito: é para esses estudantes brilhantes e um pouco especiais, de fato, que estão aparecendo, nos Estados Unidos, escolas projetadas para oferecer ambiente didático estruturado e atividades de apoio na socialização, que é para eles o obstáculo mais difícil de superar.
A síndrome de Asperger recebeu seu nome de um pediatra vienense que, em 1944, descreveu pela primeira vez um grupo de crianças que mostravam alguns traços autísticos – dificuldade de interação social, falta de jeito, tendência a comportamentos repetitivos e estereotipados –, não associados, porém, com retardo mental: os adolescentes com Asperger têm em geral uma inteligência notável, superior à média, particularmente nas disciplinas lógico-matemáticas.Mas foram necessários 50 anos para que a síndrome de Asperger encontrasse lugar no Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-IV). E mesmo hoje a diferença entre Asperger e autismo high functioning precisa ser mais bem explicada, ainda que os dois distúrbios estejam classificados de maneira distinta. “Daqui a alguns anos, provavelmente estaremos em condições de operar uma distinção com base nas alterações genéticas e na estrutura cerebral, mas por ora os limites entre ambos são bastante nebulosos”, explica Paolo Curatolo, professor de neuropsiquiatria infantil na Universidade de Roma.Torna ainda mais confusa a situação a grande variedade de sintomas que caracterizam esses distúrbios, cuja incidência parece estar crescendo, provavelmente devido a uma maior precisão nos diagnósticos: segundo as estatísticas, uma pessoa em cada 250 sofreria da síndrome.Mas onde fixar a fronteira entre patologia e modo de ser? A polêmica não é nova: “Pensem nos canhotos, que até há alguns anos eram corrigidos, ou nos homossexuais, que por séculos foram considerados doentes”, dizem muitos portadores de Asperger. “O artigo publicado no New York Times é provocativo e descreve uma realidade muito diversa da nossa, mas enfrenta um problema importante: alguns dos distúrbios de que sofrem as pessoas com Asperger, como a depressão, podem ser causados, ou pelo menos acentuados, pela atitude da sociedade e pelo fato de que essas pessoas se percebem como inadequadas em relação ao que lhes é exigido”, sublinha Curatolo.
Ser reconhecido como portador de Asperger proporciona uma explicação plausível para excentricidades e dificuldades, o que facilita a aceitação por parte da sociedade. Mas pode significar também ser submetido a terapias não desejadas, que alguns consideram uma verdadeira violência.O grande problema ainda é difundir o conhecimento da síndrome, pouco conhecida mesmo no ambiente médico. Muitos adultos com Asperger não sabem que são portadores da síndrome. Professores e alunos freqüentemente não têm orientação para lidar com os problemas que surgem na escola. “A variedade dos distúrbios de desenvolvimento e a dificuldade do diagnóstico podem levar a se pôr no mesmo caldeirão situações muito diversas”, nota o médico Paolo Cornaglia Ferraris, autor de Asp Asper Asperger, livro em que uma criança “como todas as outras, mas não bem igual-igual”, conta em primeira pessoa o desafio de viver com “um distúrbio de relacionamento que tem a ver com a dificuldade de regular os órgãos de percepção”. Os portadores de Asperger sofrem, de fato, de uma espécie de hipersensibilidade sensorial e emotiva que torna difícil inserir-se num ambiente apinhado, barulhento ou muito iluminado, “como se qualquer forma de comunicação tivesse um volume muito alto para ser tolerado”.VIDA DE ASPIEEntre normalidade e deficiência há um limite sutil, que pode depender de muitas variáveis, como o contexto familiar ou o ambiente escolar. São as circunstâncias que permitem a um adolescente com Asperger desenvolver a inteligência que, aliada a uma incansável dedicação às matérias preferidas, pode ajudá-lo a abrir caminho para a sociedade e para ele próprio aceitar o seu comportamento. Num contexto diverso, o mesmo adolescente poderia ser rotulado como deficiente antes de ter a possibilidade de mostrar seu valor. O mesmo vale para os adultos. Há portadores de Asperger que passaram toda a vida sem um diagnóstico, aprendendo a conviver com suas estranhezas. Outros casos são mais dramáticos, e há quem viva à margem do convívio social.“Não existe o branco ou o preto, uma linha de demarcação precisa entre uma personalidade normal e uma patológica”, sustenta Temple Gardin, a professora autista que se tornou famosa ao ter sua história contada por Oliver Sacks em Um antropólogo em Marte.
O DSM-IV, porém, busca traçar um limite: os diversos sintomas representam uma síndrome quando começam a comprometer seriamente uma área importante da vida, como o trabalho ou as relações afetivas e sociais. Mas são mesmo os sintomas que constituem o problema? “É difícil dizer se são nossas ‘fixações’ que tornam difíceis nossas relações com os outros ou se a dificuldade de se comunicar faz com que nos concentremos no que fazemos de melhor ”, observa um adolescente com Asperger. E, segundo um adolescente portador de Asperger, “a nossa sociedade, tão baseada na comunicação, nos leva a ver com suspeita quem tem problemas de relacionamento e a rotular como doentes pessoas que, no passado, teriam sido consideradas talvez esquisitas ou apenas solitárias, mas, ao menos, eram aceitas”.“A meu ver, a síndrome de Asperger é somente um diferente modelo cognitivo, que comporta forte tendência à sistematização e certa dificuldade em estabelecer relações empáticas com os outros”, explica Simon Baron-Cohen, diretor do Centro de Pesquisa em Autismo da Universidade de Cambridge. “Acredito que a sociedade poderia se esforçar para ser mais tolerante no contato com esses indivíduos, aprendendo a valorizar suas capacidades e a não estigmatizar os seus limites.”É sempre grande o risco de descuidar de quem verdadeiramente necessita de ajuda. Nos Estados Unidos, associações como a Asperger Liberation Front são duramente criticadas por pais de crianças com distúrbios de desenvolvimento, os quais gostariam de conduzir seus filhos, o quanto for possível, à normalidade.Perduram questões básicas: mesmo para as pessoas com Asperger a solidão pode ser um peso, e também para elas a inserção no mundo do trabalho é necessária para garantir não só a indispensável autonomia econômica mas também importante estímulo intelectual. “Muitos portadores sofrem de depressão causada precisamente pela dificuldade de estabelecer relações com os outros, especialmente a partir da adolescência”, explica Curatolo. Assim, se não existem terapias para a síndrome – e ainda se discute se ela é uma doença –, muitos portadores de Asperger devem tomar medicamentos antidepressivos ou ansiolíticos para reduzir agitações, distúrbios obsessivos e fobias que nascem da dificuldade de se confrontar com o ambiente.
NO LIMIAR DO GÊNIOAo mesmo tempo, a síndrome de Asperger exerce um certo fascínio na opinião pública. Diversos estudiosos identificaram traços de Asperger em alguns grandes nome do passado, como Leonardo da Vinci, Michelangelo, Ludwig Wittgenstein e Albert Einstein. E mesmo Bill Gates, segundo alguns, mostraria característicos traços da síndrome: não apenas certo embaraço social e grande habilidade com a informática, mas também o hábito de balançar discretamente o corpo de um lado a outro. No mundo da ficção científica, doutor Spock, o sábio vulcaniano de orelhas pontudas de Jornada nas estrelas, apresenta algumas características de Asperger: racionalidade extrema e incapacidade de apreciar as convenções sociais. A dedicação obsessiva e uma boa dose de misantropia tornam potenciais vítimas de Asperger investigadores famosos, como Sherlock Holmes ou Gil Grissom, protagonista do seriado CSI Las Vegas.No entanto, no mundo dos aficionados pela informática, Aspie – o termo familiar com que se autodefinem os portafores – tornou-se quase um sinônimo de geek (ou, como se diz no Brasil, cdf). Tanto que, atualmente, são vendidas camisetas e xícaras de café ou mouse pads com escritos como “Adultos com Asperger: não queremos a cura (não aquela que alguém tenha escolhido por nós)”. Enquanto isso, nos sites sobre Aspies, multiplicam-se as “instruções de uso” para falar com os outros, os chamados “normais”: aprenda o que é metáfora; pergunte como vai a um estranho mesmo que a saúde dele não lhe interesse.“Tudo bem que os outros, para nos entender, imaginem que nos falta algum componente no circuito cerebral”, observa um jovem portador de Asperger num fórum de discussão. “Os indivíduos com Asperger são pessoas mais frágeis que a média do ponto de vista evolutivo, porque a sua dificuldade de entender o pensamento dos outros as torna vulneráveis: mas uma sociedade igualitária deve estar em condições de tolerar diferenças e variantes”, conclui Curatolo. Enquanto isso, do universo dos portadores de Asperger ecoa uma pergunta ainda sem resposta: o que é a normalidade, e quem está em condições de avaliá-la?


Paola Emilia Cicerone é jornalista científica.

Playstation 3 - Dificuldade Acentuada da Programação foi proposital

Recentemente, Kaz Hirai, presidente da Sony Computer Entertainment, afirmou que a dificuldade acentuada da programação no PlayStation 3 foi proposital. Segundo ele, isso favorece para que o console consiga alcançar um ciclo de vida de 10 anos, algo muito desejado pela empresa.

Hirai citou que uma plataforma difícil de programar também tem seus pontos positivos, pois isso significa que o hardware tem muito mais a oferecer. O potencial de “God of War”, lançado para PlayStation 2 quase 5 anos após o console chegar às prateleiras, foi um dos exemplos citados para ilustrar a estratégia.

O presidente mencionou que: “Nós não fornecemos aos produtores o console fácil de programar que eles desejam, pois um videogame fácil de programar quer dizer que qualquer pessoa será capaz de tirar partido de boa parte daquilo que o hardware é capaz de fazer, então é aí que surge a questão se o console irá durar mais nove anos e meio.”.

Com o PlayStation Portable (PSP) as coisas não são diferentes. A Sony utilizou uma estratégia semelhante, na qual permitia que os desenvolvedores utilizassem apenas 222MHz do CPU do console, que conta com um total de 333MHz. Depois de dois anos no mercado, a empresa liberou acesso à velocidade máxima do processador.

Ranking do diHITT. A coisa aperta à medida em voce se aproxima.

É isso mesmo. Eu disse quase todo o teor do texto já no tema.
Escrevi este texto especialmente para novos usuários no site. Alguns dos quais já entram sabendo do do Ranking e de outros aplicativos que distinguem o site de outros gerenciadores de notícias. Contudo, há aqueles que nem sequer sabem que existe a corrida pelo pódio dos 25 melhores, que estes são destacados e permanecem dioturnamente em evidência na primeira página. Há quem diga que está mais interessado em fazer amizades, trocar ideias, publicar suas notícias, etç, sem manter a gana por um bom posicionamento, considerando-o apenas como uma consequência natural do seu trabalho. Belo discurso à parte, tive a intenção de informar aos novatos que se interessarem pelo Ranking sobre a velocidade em que o usuário "escorrega"(sim, de cima para baixo)rumo ao "lugar ao sol".
Assim que se cadastra, o usuário ganha um Ranking, um indicativo de em que lugar ele encontra-se em relação aos primeiros (não confundir com os primeiros cadastrados). Esse número pode ser de 2800(?). Mais ou menos isso. É só uma ilustração. Esse número vai minguar a cada dia, e de acordo com a atividade no site (e é bom que mingue, pois o número "graúdo"diz respeito a distância que voce mantém em relação aos "bam-bam-bans" do diHITT). Voce quer estar entre os melhores, não é? A propósito, diferente de muitos aqui no site, eu assumo que busco exatamente isso aqui, pois se fosse só por ficar de "trololós"eu estaria me deleitando no Orkut, como já disse uma vez aqui. Acho que o diHITT se destaca principalmente por conta da forma como o Ranking é bem trabalhado.
Voltando ao miolo do texto, no início, meu caro principiante, voce consegue escorregar até 100 posições de um dia para o outro, mas à medida em que voce aproxima-se dos primeiros colocados esse rítimo diminue. A razão disso já foi explicada aqui por um ou mais usuários, numa das "inuuuuuumeras' matérias sobre o diHITT (isso mesmo, o diHITT é uma das notícias mais comentadas nele mesmo), e isso ocorre pelo seguinte motivo: Quando voce está distante do pódio seus concorrentes são concorrentes fáceis. Qualquer "mexidinha" que voce dá é suficiente para fazer vantagem sobre eles, mas quando diminue sua distância, aí a coisa fica diferente, seu grupo de concorrentes é melhor que aquele que voce deixou para trás, e seu esforço para pôr vantagem em relação a esse novo grupo tem de ser maior. Assim é que acontece isso que estou vendo agora, eu que estou no 38º lugar do Ranking: a coisa aqui é estreita!!! Voce tenta se mexer e não consegue. Tenta fazer vantagem sobre os outros e não adianta. Postei textos, comentei, votei, fiz o diabo e permaneci no mesmo lugar do dia anterior. Agora voce imagine se eu não tivesse feito nada disso? Imaginou? A dura realidade: eu teria perdido lugar no Ranking. Sim, pois tem blogueiro de qualidade atrás de mim, querendo esse 38º lugar. Aqui que eu dou, oh!!! Quer dizer, eu até abro mão dele, desde que seja por um número melhor.
Grande abraço a todos e boas vindas!

Oportunidade!


Amanhã, aqui!
Não perca nesta quinta-feira, às 15:00 2º videoconferência no chat do JA com editores e leitores discutindo o tema Expansão, Publicidade e Divulgação de Blogs. Vamos somar esforços, dividir conhecimentos e enriquecernos de experiência rumo ao sucesso na web. Conheça nossos blogs PlunkPlakZum e Jornal de Amanhã!

Estatísticas do diHITT e sua inflência para os blogers

Eu tinha ouvido falar que Joselito é craker em estatísticas, mas só agora pude comprovar. Foi quando li ESTATISTICAS DO DIHITT – TOP 100 E ALGUMAS COMPARAÇÕES .
O que me deixou triste foi a baixa popularidade das minhas notícias no diHITT, principalmente quando comparado ao número de mensagens enviadas. Mas estatísticas servem para isso, não é? A partir daí é posível tentar mudar para agradar ou continuar postando no mesmo estilo. Dessas duas alternativas a que eu vou adotar é segredo!
Devo contudo lembrar sempre que com a entrada para o diHTT meu blog sofreu uma significante mudança em seu perfil, o que me incomodou, uma vez que não fiz o PlunkPlakZum para ser popular, mas para escrever nele o que bem penso, independente de ser lido ou não.
Por isso criei o Jornal de Amanhã, uma página de notícias e informações, que hoje é compartilhada com mais pessoas, todos bons editores das mais variadas regiões do país, o que deixa o blog bem variado.
Nesta página também acabei por criar um chat videoconferência (no alto da página), para bater aquele papo com os amigos.
No quesito privacidade é muito bom usar uma sala isolada, podendo ficar livre do constante envio de mensagem por parte de quem não podemos dedicar atenção naquele momento, coisa muito comum o Messnger(Msn). Esse chat tem charme de poltrona de espaldar, com a privacidade de um escritório, claro, irtual. Só falta o cafezinho.

Há usuários no idHITT que votam nos temas, e não nos textos.

Sim. Em outras palavras, eu diria que esse importante contingente eleitoral vota para pontuar no Ranking, não para expressar sua opinião ao texto. Aliás, do texto, o máximo que observam diz respeito ao tema.
A prova material dessa observação está no seguinte fato: Enviei dois artigos, um com um tema interessante, mas sem conteúdo. Outro com conteúdo, mas com um tema ruim.
a-Característica do tema classificado como interessante: (1)tratar de um assunto que desperta a curiosidade da maioria dos internautas;(2)Clareza de ideias. Ex.:tema que por si só lança luz ao conteúdo proposto.
b-Característica do tema ruim: (1)curto; (2)chato, a saber, que trata de assuntos matemáticos, listas, gráficos, esquemas, métodos.
_Embora o artigo com o tema bem elaborado não apresentasse nada além do epílogo(introdução), este recebeu 13 votos.
_Quanto ao tema ruim, apesar de lançar luz ao outro texto, o bem votado, este teve apenas 8 votos. (dados apurados até o momento).
Considerando que ambos foram lançados no idHITT ao mesmo tempo, vê-se que o público votou de acordo com os temas, não com os texto. Se tivessem lido, provavelmente votariam mais no segundo arquivo, o qual tratava inclusive do assunto proposto pelo tema mais votado. Já o artigo mais votado, este receberia poucos votos, ou nenhum, uma vez que não possuia conteúdo. Aliás, se tivesse acessado o blog descobririam que o tema remete a um texto vazio, despertando alguma crítica em forma de comentário.
Aqui, introduzo uma explicação do próprio Pablo sobre a escalada rumo ao Ranking:

"O ranking foi implantado como uma maneira de reconhecer as pessoas que dedicam um maior tempo participando e enriquecendo o site."
Pena que nem todos que sobem (descem, no caso) ao Ranking estejam acrescentando ao site nada mais que cliques.

Convite: Faça parte agora mesmo da prestigiada redação do Jornal de Amanhã!

Bem vindo!
Para participar é simples, basta nos fornecer um endereço do Hotmail, Yahoo ou Ig para enviarmos um link/convite, através do qual, após fazer um cadástro, voce se torna redator do um único blog que reunirá os comunicadores mais afinados com a notícia do Brasil.
Se voce já possue blog (de qualquer domínio), o JA ainda te dará a oportunidade dos leitores acessarem sua página pessoal ao clicar em seu nome no rodapé do seu texto.
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