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Israelenses e palestinos - Os conflitos não vão acabar, ainda que hajam tréguas ao longo do tempo.


O problema é que Israel se considera dono daquele pedaço de pedregulho, uma vez que historicamente (considerando narrativas bíblicas até) sabe-se que o território do grande rei Salomão, conquistada a fio de espada por seus antepassados, abrangeu mais que toda aquela área.

Com o passar do tempo, os povos do deserto foram se agrupando
alí (um bom historiador falaria com mais propriedade) e formaram o que hoje é, num sentido geral, chamado de povos árabes, ou no caso, palestinos. Por isso outras nações ficam ariscas diante de qualquer riboliço, e Israel pode vir a ficar sozinho no ampliar e arrastar-se das contendas. Entende porque se tem pressa que as coisas se resolvam em poucos bombardeios? Se houver aliança alí, no Oriente médio, com certeza não será favorável aos israelenses.

Os árabes são descendentes de Ismael,
biblicamento um opositor de Isaque (pai de israel), passando depois por Esaú, o qual foi logrado num "negócio enganoso" por Israel (jacó), motivo pelo qual Esaú o persegui deserto afora com o fim de expor suas víceras aos abutres. E olha que eram irmãos, mas lá atrás já existia uma necessidade de divisão das águas. Os descendentes de Ismael são muitos, os árabes. Israelenses são desendentes de Israel, só. Num prolongar dos conflitos, o jogo pode inverter as vantagens.

Os
israelenses vivem tentando convencer a ONU de que Palestinos não são um povo, não preenchem os requisitos para o reconhecimento como nação. Isso é humilhante e maldoso da parte de Israel e muitos alimentam esse cruel conceito. A ONU faz vista grossa a essas ofensas, o que motiva muito intelectuais israelenses escarnecerem-na e questionarem suas ações.

Há
israelenses que acreditam mesmo que "todas as terras do mundo pertencem ao povo hebreu (israelitas, hoje israelenses), e que, portanto, as outras nações ocupam-nas por concessão". Acha que devemos ter cuidados futuros quanto a isso? Não sei o que dizer no momento.

E há, de fato, nas "palavras que constituem a fibra do povo palestino doutrinas
que ratificam a extinção do povo israelense.

Israelenses alegam que gaza é só uma plataforma estratégica para lançamentos de foguetes contra Israel, usada por palestinos.

Alguém sugere de onde virá a solução?

Foguetes lançados do Líbano em Território Israelense Pode Ampliar o Conflito

Foguetes disparados desde o Líbano feriram levemente duas pessoas no norte de Israel e provocaram temores passageiros de que combatentes do Hezbollah estivessem abrindo uma segunda frente, para aliviar a pressão sobre a Faixa de Gaza. Mas um ministro do gabinete israelense atribuiu os disparos a grupos palestinos no Líbano.

Um ministro do gabinete israelense culpou os palestinos que vivem no Líbano, e não o Hezbollah, pelo lançamento de foguetes contra Israel na quinta-feira e disse que o ataque parece ter sido um caso "isolado".

"Acho que estes são incidentes isolados", disse Rafi Eitan, ministro do gabinete do premiê Ehud Olmert, ao Canal 2 israelense. "Esperávamos isto".
Eitan disse que Israel acredita que palestinos lançaram os foguetes, e não os guerrilheiros xiitas do Hezbollah, contra os quais Israel travou uma guerra em 2006. "A responsabilidade recai totalmente sobre o governo libanês", acrescentou.

Comentário:

Dessa vez, acredita-se que tenha sido o próprio Hamas que lançou, do Líbano, os foguetes. Provavelmente para que Israel ataque o Líbano e engrosso o caldo de inimigos. No Líbano, está aquela milícia do Hezbollah. A tentativa foi boa, Os israelenses não caíram nessa, embora responderam contra o Hamas, em Gaza.

Trégua unilateral anunciada por Israel foi rompida, e ataques seguem.


O porta-voz do Hamas na Faixa de Gaza, Ayman Taha, anunciou neste domingo (18) que o movimento e outras facções islâmicas decretaram um cessar-fogo unilateral de uma semana no território palestino sob ataque de forças de Israel.

 

Em troca, o Hamas exige a retirada de Israel do território sob ataque a 22 dias.  

 

A informação foi confirmada por porta-vozes do Hamas e da Jihad Islámica em Damasco, na Síria.

 

"Os grupos palestinos se reuniram em Damasco e anunciarão proximamente um cessar-fogo das facções palestinas durante uma semana com o fim de abrir as passagens de fronteira e de deixar entrar a ajuda humanitária", disse Daud Chihab, porta-voz da Jihad. "Durante esse período, a resistência está disposta a responder a todos os esforços egípcios, turcos, sírios e árabes que permitam um acordo para a retirada completa das forças israelenses e a abertura total dos pontos de passagem."

 

Israel ainda não respondeu à proposta palestina. A polícia israelense relatou que, apesar do cessar-fogo, dois foguetes palestinos teriam caído no sul do país, sem deixar feridos.

 

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