O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse a líderes militares na quarta-feira que façam arranjos adicionais para a retirada das tropas norte-americanas do Iraque.
Em seu primeiro dia na Presidência, o novo presidente se encontrou com conselheiros militares e de segurança nacional, para discutir os conflitos no Afeganistão e no Iraque.
"Durante a conversa, pedi à liderança militar que faça todos os planos adicionais necessários para fazer uma retirada responsável do Iraque", disse Obama em um comunicado divulgado após a reunião.
Retirar as tropas do Iraque foi uma das principais promessas de campanha de Obama. Antes do estouro da crise econômica, a guerra era a maior preocupação dos eleitores.
Obama disse que a reunião foi produtiva e que vai se consultar com líderes militares do Pentágono nos próximos dias e semanas, a fim de avançar na discussão.
"Vamos fazer uma análise completa da situação no Afeganistão, para desenvolver uma política compreensiva para a região toda", disse.
Por Jeff Mason
Obama manda Exército planejar retirada do Iraque
Os primeiros feitos de Obama
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, congelou os salários mais altos de seus principais funcionários da Casa Branca, uma medida de austeridade em tempos de crise econômica. Em suas primeiras medidas como presidente, Obama anunciou também endurecimento das regras para ex-lobistas que trabalham no governo. "Transparência e o papel da lei serão o estandarte dessa presidência", afirmou o novo comandante-em-chefe durante um encontro com sua equipe.
Principais servidores do novo presidente são afetados pela medida, considerada austera para tempos de crise
"Nunca devemos esquecer que somos servidores públicos, e que o serviço público é um privilégio", afirmou Obama, antes do juramento dos novos funcionários da Casa Branca. "Não se trata de beneficiar a si mesmo, nem a amigos ou clientes corporativos. Não se trata de avançar em uma agenda ideológica ou interesses especiais de qualquer organização", destacou. Por isso, explicou o presidente, "a partir de hoje, os lobistas estão sujeitos a limites mais estritos do que em qualquer outro governo."
Manifestações palestinas no sétimo dia da operação israelense em Gaza
Milhares de palestinos se manifestaram nesta sexta-feira na Cisjordânia contra a operação israelense na Faixa de Gaza, onde três crianças de uma mesma família foram mortas no sétimo dia da ofensiva.
Na parte leste de Jerusalém, onde a polícia israelense reforçou a segurança e limitou o acesso à esplanada das Mesquitas, quase 3.000 fiéis rezaram pacificamente.
Porém, jovens palestinos entraram em confronto com policiais israelenses em vários bairros da cidade depois da oração, segundo um fotógrafo da AFP.
Os policiais israelenses atiraram bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes. leia mais!
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