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Forças de Israel atacam região mais populosa na faixa de Gaza

As Forças israelenses atingiram neste domingo a mais populosa área da faixa de Gaza em uma ação que deixou ao menos 14 supostos palestinos guerrilheiros e 12 civis mortos, informou a agência Reuters. A France Presse conta em dez o número de supostos combatentes mortos e informa que houve a fuga de dezenas de famílias. Leia mais!

Gaza 'não será piquenique, mas cemitério' de israelenses, diz Hamas

Em pronunciamento na televisão, um porta-voz do Hamas, Ismail Radwan, disse que a Faixa de Gaza "não será um piquenique, mas um o cemitério" para os soldados israelenses que iniciaram na noite deste sábado (3) a invasão daquele território palestino.

"Não viverão em paz enquanto o povo palestino não viver em paz", disse Radwan, acrescentando que o Hamas "não abandonará o campo de batalha".

Durante este sábado, Israel recrudesceu os ataques aéreos à Faixa de Gaza, que vinha cercando militarmente há oito dias. Em seguida, tropas israelenses cruzaram a fronteira. As Forças de Defesa de Israel confirmaram o ataque.

Manifestações palestinas no sétimo dia da operação israelense em Gaza

Milhares de palestinos se manifestaram nesta sexta-feira na Cisjordânia contra a operação israelense na Faixa de Gaza, onde três crianças de uma mesma família foram mortas no sétimo dia da ofensiva.
Na parte leste de Jerusalém, onde a polícia israelense reforçou a segurança e limitou o acesso à esplanada das Mesquitas, quase 3.000 fiéis rezaram pacificamente.
Porém, jovens palestinos entraram em confronto com policiais israelenses em vários bairros da cidade depois da oração, segundo um fotógrafo da AFP.
Os policiais israelenses atiraram bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes. leia mais!

Gaza: Réveillon comemorado em guerra.

Aviões israelenses atacam prédios do governo na Faixa de Gaza no primeiro dia do ano, e o Hama disparou mais foguetes contra israelenses. Os dois oponentes rejeitaram apelo internacional para um cessar-fogo.
No sexto dia de ataque, Israel já atingiu 20 bases do Hama.
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Gaza enfrenta grave crise humanitária

Os ataques aéreos israelenses contra a Faixa de Gaza entraram ontem (30) no quarto dia, deixando pelos menos 385 mortos. Alguns países e organizações internacionais estão oferecendo ajuda aos refugiados de Gaza.Mo'aweya Hassanein, chefe do departamento de primeiros socorros de Gaza, disse que os ataques aéreos já causaram pelo menos 385 mortes e deixaram mais de 1.800 feridos. Hassanein afirmou que Gaza está enfrentando grave crise humanitária e que mais feridos morreram por causa da falta de sangue, medicamentos e equipamentos cirúrgicos.Nos últimos ataques aéreos, as forças israelenses bombardearam o gabinete da Autoridade Nacional Palestina. Os aviões de combate atacaram novamente no dia 28 a sede do Hamas (Movimento de Resistência Islâmica). Na noite de ontem, os aviões de combate bombardearam a passagem secreta entre o sul da Faixa de Gaza e Egito, destruindo dezenas de passagens subterrâneas. O funcionário do Departamento de Segurança Nacional e o Exército israelense negaram ontem os rumores de que apresentariam uma proposta de cessar-fogo com o Hamas ao primeiro-ministro Ehud Olmert. Olmert e o ministro de Defesa Nacional israelense, Ehud Barak, afirmaram que as tropas israelenses vão continuar ações militares contra a Faixa de Gaza até a realização completa de todos os objetivos do país.No dia 29, milicianos armados em Gaza continuaram lançando foguetes contra o sul de Israel, deixando dois mortos e mais de 10 feridos. Um grupo de 16 pessoas, incluindo médicos e pessoal de resgate internacional, partiu no dia 29 de Chipre para a Faixa de Gaza, mas foi impedido pela frota israelense e se dirigiu ao Líbano. O presidente da Argélia, Abdelaziz Bouteflika, anunciou no dia 29 a decisão de abrir uma rota aérea entre o país e o Cairo para oferecer materiais de ajuda humanitária à população de Gaza.

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